11.19.2006

Divagação: Mãe

Gregory Roberts afirma que todos os homens diante da morte, nos últimos segundos em que sentem a vida escorrer pelos seus dedos, não sentem raiva, ódio, sequer lembram de suas riquezas, ou do porque estavam ali, lutando. Para Roberts, os homens, sem exceção, lembram da terra onde nasceram, e das mulheres que amaram, suas esposas, filhas, irmãs e mães. Eles pedem perdão por não ter feito tudo que tinham prometido a elas, agarram a terra com a mão, e agradecem a elas por ter lhes dado, de uma forma ou de outra, vida.

Khalil Gibran escreveu que: a mais linda palavra que aflora aos lábios humanos é Mãe, e o mais belo chamamento é Minha Mãe. É uma palavra cheia de amor e esperança, uma palavra doce e amável vinda das profundezas do coração. Mãe é tudo – nosso consolo na tristeza, nossa esperança na desgraça, e nossa força na fraqueza. É a fonte de amor, bondade, simpatia e perdão. Aquele que perde a mãe, perde uma alma pura que o abençoa e protege constantemente.