Blake: Milton
No poema “Milton”, Milton representa o buscador, originalmente criado pelo Divino e que, no início do poema, é encontrado no Céu, descendo para a matéria e para a ignorância, elevando-se ao final, novamente a um estado de realização: “O que movia Milton, que vagava pela Eternidade uma centena de anos para ir às profundezas, ela para renascer e ele para perecer?”
“Ela” é o Espírito e “ele” é tudo que não é o Espírito, tudo que deve ser transformado e deixado para trás. Como todos os verdadeiros buscadores, para esse objetivo, Milton passará por todos os testes e purificações no caminho. Ele irá: “Banhar-se nas Águas da Vida”( Chaitanya, as vibrações) e irá também para a “Morte Eterna”, que é como Blake denomina a morte de tudo que não seja o Espírito. Blake explica porque isso é necessário: “Tudo que pode ser aniquilado deve ser aniquilado para que as crianças de Jerusalém sejam salvas da escravidão.”
Fonte: do Satya Yuga, adaptado para o blog; Tradução: Sérgio Rosenwald e Abílio Sobrinho
“Ela” é o Espírito e “ele” é tudo que não é o Espírito, tudo que deve ser transformado e deixado para trás. Como todos os verdadeiros buscadores, para esse objetivo, Milton passará por todos os testes e purificações no caminho. Ele irá: “Banhar-se nas Águas da Vida”( Chaitanya, as vibrações) e irá também para a “Morte Eterna”, que é como Blake denomina a morte de tudo que não seja o Espírito. Blake explica porque isso é necessário: “Tudo que pode ser aniquilado deve ser aniquilado para que as crianças de Jerusalém sejam salvas da escravidão.”
Fonte: do Satya Yuga, adaptado para o blog; Tradução: Sérgio Rosenwald e Abílio Sobrinho

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