11.29.2006

Dica: Rotina

Essa é antiga, veio pela lista sahaja… você lembra?!
"Tudo o que eu realmente precisava saber eu aprendi no Jardim de Infância" de Robert Fulghum, com tradução de Girlene Szortyka.

“A maior parte do que eu realmente precisava saber sobre como viver e o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim da infância. Na verdade a sabedoria não está lá, no morro da universidade, mas bem ali, na caixa de areia da escolinha. As coisas que aprendi foram estas: reparta as coisas; jogue limpo; não bata nos outros; ponha as coisas de volta onde as encontrou; e limpe a bagunça que você fez. Não pegue as coisas que não são suas; diga que sente muito quando machucar alguém; lave as mãos antes de comer; puxe a descarga; biscoito e leite quentinho fazem bem; viva uma vida equilibrada”.
"Aprenda um pouco, pense um pouco, desenhe, pinte, cante, dance, brinque e trabalhe um pouco... todos os dias...”.
“Tire um cochilo todas as tardes. Quando você sair por aí, preste atenção no trânsito e caminhe de mãos dadas, junto com os outros. Observe os milagres que acontecem ao seu redor. Lembre-se do feijãozinho no algodão molhado no copinho de plástico. As raízes crescem para baixo e a plantinha para cima. E ninguém sabe realmente porque, mas todos nós somos assim. Peixinhos dourados, porquinhos da índia e ratinhos brancos, e mesmo o feijãozinho no copinho de plástico, todos morrem. Nós também”.
"E lembre do livro de João e Maria e a primeira palavra que você aprendeu sem perceber. A maior palavra de todas. Tudo que você precisa saber está aí, em algum lugar. As regras básicas do convívio social humano: o amor, os princípios de higiene, ecologia, sempre juntos. política e saúde. Pense como o mundo seria melhor se todos, todos mesmo, na hora do lanche tomassem um copo de leite com biscoito, e depois pegassem o seu cobertorzinho e tirassem uma soneca”.
“Ou se tivessem uma regra básica, na nossa nação e em todas as nações, de por as coisas de volta nos lugares onde as encontramos e de limpar a nossa própria bagunça. E será sempre verdade, não importa quantos anos você tenha, se sair por aí, o melhor mesmo, é poder dar as mãos aos outros, e caminhar sempre juntos”.