Abraham Lincoln: Fé
A fé de Lincoln é um assunto muito estudado. Seus discursos estão repletos de citações bíblicas e buscam a orientação de Deus. Na verdade, por falta de acesso e dinheiro, a bíblia foi o único livro da infância, com o qual aprendeu a ler.
Apesar de ter assistido a igreja quando presidente, era relutante em unir-se a igreja. Opunha-se a dogmas e credos. Inúmeros discursos presidenciais de Lincoln são exemplos de um homem em busca de Deus.
“É o dever das nações bem como dos homens reconhecer a sua dependência frente ao poder dominante de Deus, confessar seus pecados e transgressões de forma humilde, porém, com a esperança de que o arrependimento genuíno levará à misericórdia e perdão; e reconhecer a verdade sublime, anunciada na Escritura Sagrada, demonstrada pela história, que somente são abençoadas as nações cujo Deus é o Senhor. Sabe-se que pela Sua lei divina, nações, como indivíduos, estão sujeitos à punição e ao castigo neste mundo. (...) Nós esquecemos a mão graciosa que nos preservou em paz, multiplicou, enriqueceu, nos fortaleceu, e nós vaidosamente imaginamos, na falsidade de nossos corações, que todas estas bênçãos foram produzidas por alguma sabedoria superior de nossa própria virtude. Intoxicados com o sucesso infindável, nós nos tornamos muito auto-suficientes para sentir a necessidade de redimir e preservar a graça, muito orgulhosos para rezar ao Deus que nos criou. Cabe a nós, então, tornarmo-nos humildes frente ao poder ofendido, confessar nossos pecados nacionais e rezar pela clemência e perdão.” (30 de março de 1863)
Esta foi uma declaração feita ao General Dan Stickles, um participante da batalha de Gettysburg: “Bem, eu lhe contarei como foi. No arrancar da campanha lá para cima (Gettysburg) quando todos entraram em pânico, oprimidos pela gravidade dos nossos negócios, eu fui para o meu quarto, tranquei a porta e ajoelhei-me diante de Deus Todo-Poderoso e rezei para que obtivesse vitória em Gettysburg. Eu disse a Ele que esta era a Sua guerra, e a nossa causa, a Sua causa, mas nós não resistiríamos outro Fredericksburg ou Chancellorsville... Depois disso, não sei como aconteceu, e não consigo explicá-lo, mas em seguida um doce conforto se instalou em minha alma. A sensação que tive foi a de que Deus havia colocado todo o problema em Suas próprias mãos e de que tudo ocorreria bem em Gettysburg. Foi por isso que eu não me preocupei em relação a você.” (5 de julho de 1863)
Fonte: Satya Yuva – setembro 2000 – 21
“O desejo de Deus prevalece. Nas grandes disputas cada parte alega agir de acordo com o desejo de Deus. Ambas, ou uma delas, podem estar erradas. Deus não pode estar a favor e contra a mesma coisa ao mesmo tempo. Nessa guerra é bem possível que os propósitos divinos sejam diferentes dos propósitos de ambas as partes, e que ainda assim, os atos humanos, na forma em que estão sendo realizados, seja a melhor adaptação do propósito Dele”. The Collected Works of Abraham Lincoln edited by Roy P. Basler, Volume V, "Meditation on the Divine Will" (September 2, 1862?), pp. 403-404.
Apesar de ter assistido a igreja quando presidente, era relutante em unir-se a igreja. Opunha-se a dogmas e credos. Inúmeros discursos presidenciais de Lincoln são exemplos de um homem em busca de Deus.
“É o dever das nações bem como dos homens reconhecer a sua dependência frente ao poder dominante de Deus, confessar seus pecados e transgressões de forma humilde, porém, com a esperança de que o arrependimento genuíno levará à misericórdia e perdão; e reconhecer a verdade sublime, anunciada na Escritura Sagrada, demonstrada pela história, que somente são abençoadas as nações cujo Deus é o Senhor. Sabe-se que pela Sua lei divina, nações, como indivíduos, estão sujeitos à punição e ao castigo neste mundo. (...) Nós esquecemos a mão graciosa que nos preservou em paz, multiplicou, enriqueceu, nos fortaleceu, e nós vaidosamente imaginamos, na falsidade de nossos corações, que todas estas bênçãos foram produzidas por alguma sabedoria superior de nossa própria virtude. Intoxicados com o sucesso infindável, nós nos tornamos muito auto-suficientes para sentir a necessidade de redimir e preservar a graça, muito orgulhosos para rezar ao Deus que nos criou. Cabe a nós, então, tornarmo-nos humildes frente ao poder ofendido, confessar nossos pecados nacionais e rezar pela clemência e perdão.” (30 de março de 1863)
Esta foi uma declaração feita ao General Dan Stickles, um participante da batalha de Gettysburg: “Bem, eu lhe contarei como foi. No arrancar da campanha lá para cima (Gettysburg) quando todos entraram em pânico, oprimidos pela gravidade dos nossos negócios, eu fui para o meu quarto, tranquei a porta e ajoelhei-me diante de Deus Todo-Poderoso e rezei para que obtivesse vitória em Gettysburg. Eu disse a Ele que esta era a Sua guerra, e a nossa causa, a Sua causa, mas nós não resistiríamos outro Fredericksburg ou Chancellorsville... Depois disso, não sei como aconteceu, e não consigo explicá-lo, mas em seguida um doce conforto se instalou em minha alma. A sensação que tive foi a de que Deus havia colocado todo o problema em Suas próprias mãos e de que tudo ocorreria bem em Gettysburg. Foi por isso que eu não me preocupei em relação a você.” (5 de julho de 1863)
Fonte: Satya Yuva – setembro 2000 – 21
“O desejo de Deus prevalece. Nas grandes disputas cada parte alega agir de acordo com o desejo de Deus. Ambas, ou uma delas, podem estar erradas. Deus não pode estar a favor e contra a mesma coisa ao mesmo tempo. Nessa guerra é bem possível que os propósitos divinos sejam diferentes dos propósitos de ambas as partes, e que ainda assim, os atos humanos, na forma em que estão sendo realizados, seja a melhor adaptação do propósito Dele”. The Collected Works of Abraham Lincoln edited by Roy P. Basler, Volume V, "Meditation on the Divine Will" (September 2, 1862?), pp. 403-404.

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