Blake: o Arcanjo
William Blake foi a encarnação do Arcanjo Miguel. Blake pintou o Arcanjo Miguel amarrando o Satã. Nesse quadro, Satã é mostrado como um ser que revertido à condição de réptil, o maior recuo evolutivo. Assim, dentro de nós, Ele é o poder pelo qual nós superamos os aspectos básicos de nossa natureza humana no lado esquerdo.
Em seus escritos, Blake descreve isso. Satã é o potencial para a negatividade. Shri Miguel é aquele que lida com essa natureza rebelde. Blake descreve Shri Miguel chorando pelo conflito nos céus, e pela falta de arrependimento daqueles que se voltaram contra a Ordem Divina.
Através das revelações de Blake, podemos compreender que o lado esquerdo pode ser iluminado pela compaixão, o entendimento de que a porta para a salvação é o perdão. Até que reconheçamos nossos erros, não poderemos assumir nosso lugar na assembléia dos Santos.
Em seus escritos, Blake descreve isso. Satã é o potencial para a negatividade. Shri Miguel é aquele que lida com essa natureza rebelde. Blake descreve Shri Miguel chorando pelo conflito nos céus, e pela falta de arrependimento daqueles que se voltaram contra a Ordem Divina.
Através das revelações de Blake, podemos compreender que o lado esquerdo pode ser iluminado pela compaixão, o entendimento de que a porta para a salvação é o perdão. Até que reconheçamos nossos erros, não poderemos assumir nosso lugar na assembléia dos Santos.
Fonte: do Satya Yuga, adaptado para o blog; Tradução: Sérgio Rosenwald e Abílio Sobrinho

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