Blake: Elevação
Como Sahaja Yogis, o que realmente buscamos é a pureza do Espírito, tudo que necessitamos é o regozijo interior, apesar das grandes transformações em nosso redor. No segundo verso de “Jerusalém” (na realidade as linhas iniciais do poema “Milton”) estão as seguintes linhas:
‘‘Eu não me afastarei da luta mental, Nem minha espada dormirá em minhas mãos até que tenhamos construído Jerusalém, na terra verde e agradável da Inglaterra.”
Após ouvir o hino, Shri Mataji riu gentilmente e nos disse: “Como posso eu colocar espadas em suas mãos se elas estão tremendo?” (artigo escrito em 1984) e alguns de nós ali presentes estávamos muito vacilantes. Após lermos Blake, devemos lembrar das grandes bênçãos que recebemos, e que grande honra é podermos testemunhar e sermos atores nesse episódio do drama da criação, quão infinita é a compaixão de Shri Mataji, que nos modificou transformando-nos em instrumentos do Divino.
No último prato de “Milton”, a Virgem diz a Milton: “Vós ides à Morte Eterna e tudo deve ir convosco”. Assim, que nós, Sahaja Yogis, ofereçamos essa oração a Shri Mataji para que nós também retornemos a Ela e nos elevemos acima das “Fornalhas de aflição” de Blake, “dos apavorantes trovões” e das “delícias mortais e perecíveis”, pois Shri Mataji nos deu a realização e nos levou ao Reino de Jerusalém, e à Sahaja Yoga.
Fonte: do Satya Yuga, adaptado para o blog; Tradução: Sérgio Rosenwald e Abílio Sobrinho
‘‘Eu não me afastarei da luta mental, Nem minha espada dormirá em minhas mãos até que tenhamos construído Jerusalém, na terra verde e agradável da Inglaterra.”
Após ouvir o hino, Shri Mataji riu gentilmente e nos disse: “Como posso eu colocar espadas em suas mãos se elas estão tremendo?” (artigo escrito em 1984) e alguns de nós ali presentes estávamos muito vacilantes. Após lermos Blake, devemos lembrar das grandes bênçãos que recebemos, e que grande honra é podermos testemunhar e sermos atores nesse episódio do drama da criação, quão infinita é a compaixão de Shri Mataji, que nos modificou transformando-nos em instrumentos do Divino.
No último prato de “Milton”, a Virgem diz a Milton: “Vós ides à Morte Eterna e tudo deve ir convosco”. Assim, que nós, Sahaja Yogis, ofereçamos essa oração a Shri Mataji para que nós também retornemos a Ela e nos elevemos acima das “Fornalhas de aflição” de Blake, “dos apavorantes trovões” e das “delícias mortais e perecíveis”, pois Shri Mataji nos deu a realização e nos levou ao Reino de Jerusalém, e à Sahaja Yoga.
Fonte: do Satya Yuga, adaptado para o blog; Tradução: Sérgio Rosenwald e Abílio Sobrinho

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